Avelãs da Ribeira

A  Aldeia tem uma Igreja Matriz (Igreja de Nossa Senhora da Graça) que data sensivelmente de 1810, uma capela e uma casa mortuária.

A construção da escola centenária de Avelãs da Ribeira deve-se a um dos grandes humanistas da época, Damião Francisco Alves de Moura, que se empenhou, tal como outros da sua época, em fomentar uma mudança de mentalidades e contribuiu para grandes reformas na agricultura. A escola, nessa época, já estava destinada para os dois sexos e cada uma das partes do edifício tinha salas separadas. Numa altura em que os fundos públicos eram poucos e havia falta de dinheiro nas Câmaras, este comerciante, que terá iniciado a sua atividade na Guarda, antes de partir para o Brasil, ajudou a erguer este edifício que é um dos mais emblemáticos na terra. 
Para além dos estabelecimentos comerciais, da Escola centenária, da ponte de estilo romano, um dos ex-libris de Avelãs da Ribeira, existem vales e caminhos rurais vários que podem ser aproveitados para ecovias e para grandes caminhadas.

Existem diversos chafarizes: o Chafariz da Bica, o Chafariz da Mija Velha e o Chafariz da Portela. Um outro chafariz existe junto da Corredoura, na rua principal por onde terão passado as tropas do General Massena aquando a terceira Invasão das Tropas Francesas, sítio de paradas militares.

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