Centro Histórico da Guarda

  1. Antigo Sanatório da Guarda
  2. Antigo Convento de S. Francisco
  3. Antigo Paço Episcopal e Seminário 
  4. Igreja da Misericórdia
  5. Porta e Torre dos Ferreiros 
  6. Praça Luís de Camões 
  7. Sé Catedral da Guarda 
  8. Solar dos Póvoas
  9. Porta D’El Rei 
  10. Antigo Bairro Judaico
  11. Igreja de S. Vicente
  12. Torre Velha 
  13. Porta da Erva (ou da Estrela) 
  14. Rua Francisco de Passos 
  15. Antigos Paços do Concelho 

 

Torre de Menagem: 

A Torre de Menagem, símbolo máximo de toda a estrutura defensiva, é um sinal da altivez destas gentes que ao longo dos séculos defenderam a fronteira. Aqui, no ponto mais alto da cidade, a 1056 metros de altitude, é possível entender a importância que a Guarda teve na consolidação das fronteiras do atual território Português.

Chafariz de Santo André:

Proveniente da aldeia da Vela e construído no século XVIII é um dos chafarizes mais monumentais da cidade. Inserido no estilo barroco, entre os elementos escultóricos salientamos os motivos marinhos, como os golfinhos ou as bicas em forma de monstros.

Antigo Sanatório da Guarda: 

A privilegiada localização da Guarda conferiu-lhe uma superioridade climática. As origens do Sanatório Sousa Martins remontam aos finais do século XIX, período da História em que Portugal começou uma luta estruturada contra a tuberculose. A Autoridade Florestal Nacional declarou o conjunto de árvores centenárias de interesse público, das quais se destacam as sequoias gigantes, Sequoiadendron giganteum

Antigo Convento de S. Francisco:

Fundado ainda no século XIII, o antigo Convento de S. Francisco da Guarda, de frades franciscanos, mendicantes, foi construído em local afastado das muralhas medievais da cidade. Atualmente, funciona como Arquivo Distrital, disponibilizando apenas algumas zonas do edifício para visita.

Antigo Paço Episcopal e Seminário:

O conjunto arquitetónico começou a ser construído em inícios do século XVII, sob a égide do Bispo da Guarda D. Nuno de Noronha. Trata-se de um amplo conjunto arquitetónico, de planta em U, no centro do qual foi construída a Capela do Paço Episcopal, ladeada a sul pelo corpo do antigo Seminário onde se encontra instalado o Museu da Guarda, e a Norte o antigo Paço Episcopal, lugar onde está instalado o Museu de Arte Sacra da Diocese da Guarda.

Igreja da Misericórdia: 

É um dos edifícios dos fins da Época Barroca mais imponentes da Guarda. Apesar de documentada nas fontes escritas uma igreja anterior, o edifício que atualmente podemos admirar é uma construção do século XVIII.

Porta e Torre dos Ferreiros:

A criação da Cidade da Guarda e a concessão da sua Carta de Foral por D. Sancho I, a 27 de novembro de 1199, exigiram a construção de um sistema defensivo. De tempos a tempos as muralhas eram rasgadas por portas monumentais, como a Porta dos Ferreiros, protegida por uma imponente torre. Não deixe de subir ao topo desta torre e apreciar a paisagem envolvente, usufruindo de um elevador panorâmico e de um telescópio de pequeno alcance. Disponível todos os dias até às 20:00h.

Praça Luís de Camões e Sé Catedral da Guarda:

A construção da atual Sé Catedral iniciou-se a partir de 1390, mas, dada a envergadura do projeto, as obras arrastaram-se por um período de 150 anos e o edifício, que atravessou várias fases arquitetónicas só foi terminado em pleno contexto manuelino (inícios do século XVI).

As qualidades construtivas e estéticas da Sé Catedral fazem desta um dos monumentos maiores de toda a história da arquitetura portuguesa.

Solar dos Póvoas:

Edifício construído no século XVIII, localizado na principal praça do interior do perímetro muralhado, a Praça Luís de Camões, fronteiro à antiga casa da câmara. Na sua fachada destaca-se a bela galeria avarandada do seu piso nobre. É um dos mais belos solares da cidade.

Porta D’El Rei:

O sistema defensivo da Guarda contemplava vastos panos de muralha rasgados, ciclicamente por portas monumentais, estrategicamente localizadas face ao arranque das grandes vias de circulação que punham a cidade em contacto direto com o exterior.

Antigo Bairro Judaico:

A presença judaica na Guarda está documentada desde o século XIII e seria uma das mais importantes da Beira Interior. Localizada na Paróquia de S. Vicente, no interior do perímetro amuralhado, próximo dos principais eixos viários da cidade medieval.

Igreja de S. Vicente:

Localizada no interior das muralhas medievais e referida nas fontes escritas desde o século XIII, a Igreja de S. Vicente que hoje podemos admirar é uma reconstrução de estilo barroco, promovida pelo bispo D. Jerónimo Rogado de Carvalhal e Silva, em pleno século XVIII. O seu interior é revestido de painéis de azulejos portugueses, do século XVIII, que retratam cenas bíblicas.

Porta da Erva (ou da Estrela):

A Porta da Erva, também conhecida como Porta da Estrela, faz parte do sistema defensivo da cidade, cuja construção remonta ao século XIII.

Rua Francisco de Passos:

Conhecida, popularmente, como Rua Direita, esta artéria constituiu-se como o eixo principal do burgo medieval, tendo sido a preferida pelos mercadores e comerciantes ao longo dos séculos. No seu percurso descobrem-se casas de fachada quinhentista, onde se destaca a ornamentada janela manuelina, mas também edifícios de arquitetura filipina, embelezados pelas janelas de canto e as gárgulas de canhão.

Antigos Paços do Concelho: 

A antiga casa da câmara da Guarda está localizada na principal praça da cidade (a atual Praça Luís de Camões), face à Sé, no centro do espaço amuralhado. O edifício

é datável de cerca de 1570 e assinala a entrada ou a afirmação da arquitetura do Renascimento na cidade da Guarda. A fachada principal é dominada por um pórtico monumental, desenvolvido em arcadas assentes sobre monumentais pilares e no segundo piso três janelas de sacada a ladearem dois brasões, o brasão da Cidade e o brasão do Reino, à esquerda. A fachada é encimada por uma imponente cornija em que se inserem elegantes gárgulas de canhão e a que se sobrepõem esferas armilares. O pátio deste edifício exibe notáveis peineis de azulejos da autoria do Mestre Cargaleiro.